8 curiosidades sobre as drogas

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A venda de cocaína nos morros cariocas foi descrita pelo escritor Orestes Barbosa na crônica A Favela, de… 1922! No ano seguinte, em 1923, o sambista Sinhô chamou a atenção para o risco do vício: "Mais que a flor purpurina é o vício arrogante de tomar cocaína. Quando estou cabisbaixa chorando sentida, bem entristecida, é que o vício da vida deixa a alma perdida. Sou capaz de roubar, mesmo estrangular, para o vício afogar."

O químico italiano Angelo Mariani desenvolveu, em 1863, o vinho Mariani, uma infusão alcoólica produzida à base de folhas de coca. O vinho Mariani era o preferido do papa Leão XIII..

Segundo os cientistas, algumas drogas não-legalizadas podem, sim, ser usadas para fins medicinais. A cocaína, por exemplo, já foi largamente utilizada como anestésico. A maconha é usada em muitas partes do mundo para tratar glaucoma, esclerose múltipla e náuseas e dores de pacientes em tratamento com quimioterapia. 

O Canadá foi o primeiro país do mundo a legalizar a maconha para fins terapêuticos.

Existe nos Estados Unidos uma revista especializada em maconha. Em reportagem de janeiro de 2003, a publicação lançou a tese de que alguns milagres atribuídos a Jesus foram realizados com uma mistura à base de maconha.

A venda ilegal de drogas movimenta por volta de U$ 300 bilhões ao ano e representa 8% do comércio mundial. 

As primeiras evidências de consumo de cannabis datam do terceiro milênio a. C.. A erva foi consumida por gregos, hindus, assírios, dácios, trácios e outros povos. Segudo um relato do historiador grego Heródoto, a cannabis era usada em saunas para deixar os frequentadores “alucinados”.

Segundo estimativas da ONU, cerca 4% da população mundial - o que equivale a 165 milhões de pessoas - usa maconha pelo menos uma vez por ano. O número de consumidores diários é de aproximadamente 22 milhões. 


                     
           
   
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